Os agentes de trânsito começaram nesta quarta-feira (09), a autuar os motoristas infratores que desrespeitam as regras de trânsito na cidade de Três Pontas.

Parar em locais proibidos como de cargas, o uso de cinto de segurança, transportar crianças sem o uso de cadeirinhas no banco de trás, equipamentos de segurança para animais no veículo e o uso de celular, são as infrações que começaram a gerar multas aos motoristas.

Nos últimos dias, membros do efetivo da Guarda Civil Municipal (GCM), fizeram abordagens educativas aos condutores. Nos dias 27 e 28 do mês passado foram feitas simulações que serviram de teste, mas a intenção da Divisão de Transportes e Trânsito foi fazer com que os condutores acreditassem que estavam sendo multados. Desde então, os GCM’s fizeram testes também nos talonários eletrônicos utilizados e verificaram a integração dos aparelhos com o sistema, instalado por uma empresa que ganhou licitação.

Os 11 Guardas Municipais passaram por curso específico para atuação como agentes de trânsito, treinamento junto a empresa contratada para gerenciamento e instruções dentro da Prefeitura para atuar com efetividade dentro do Município. Foi formada a JARI, que permite a pessoa penalizada o prazo de 15 dias para recorrer. A documentação pode ser deixada na Prefeitura no setor de Protocolo ou no Almoxarifado, que fica na Rua Dr. Artur Brandão, 145 no bairro Botafogo.

Todas as multas são processadas pela Prefeitura, que fará repasses para o Estado, para a empresa responsável pelo sistema e o líquido ficará no município. O dinheiro será investido na melhoria do trânsito em geral, como da sinalização e das vias.

Em Três Pontas a municipalização do trânsito começou em 2010, quando foi criada a Divisão de Transportes e Trânsito. Em 2012, a Prefeitura comunicou o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e começaram as movimentações da municipalização.

Em janeiro, o Engenheiro da Mobilidade e Chefe de Divisão de Transportes e Trânsito Danilo Alves da Silva, teve que trabalhar durante sete meses para concluir os procedimentos burocráticos como licitações, parcerias com empresas, Estado e as campanhas para a municipalização ser colocada em prática.

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