O Aeroporto Municipal e as casas do Programa Minha Casa Minha Vida, ainda rendem assunto nas sessões ordinárias e não foi diferente nesta última segunda-feira (14). Se tratando do fechamento da pista de pousos de decolagens ficou na mesma, apenas troca de acusações. Já na questão das residências construídas através do Programa do Governo Federal, a situação até elogiou o empreendimento que beneficiou 316 famílias trespontanas e que foram entregues na quarta-feira (09). Mas, o vereador Antônio Carlos de Lima (PSD), não poupou críticas à localização e de novo previu que acidentes nesta via vão ocorrer. Isto porque, falta ao menos uma calçada para dar acesso ao novo bairro. Antônio do Lázaro de novo foi duro nas palavras, culpou Paulo Luis Rabello por qualquer coisa que ocorra no final da Rua Barão da Boa Esperança e chamou o prefeito de mentiroso e incompetente. O mesmo ainda usou seu tempo no Pequeno Expediente, para denunciar que está faltando nos postos de saúde as fitas para aferição do nível de glicemia.

José Henrique Portugal (PMDB), foi outro que comemorou a entrega das residências ao ver a felicidade que isto traz às famílias que são carentes e precisam de um lar. Por outro lado, criticou que o projeto aprovado pela Câmara Municipal que criou o Programa do Primeiro Emprego ainda não saiu do papel e foi apresentado, não pelo prefeito, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN), ao invés de se criar medidas apropriadas, como por exemplo, de fazer o projeto no Executivo e enviar para votação no Legislativo. Não colocar em prática esta lei, é na opinião de Portugal não pensar no povo, que festejou a sua iniciativa em prol do menor aprendiz que pode escrever uma página importante em seu curriculum.

Encerrou dizendo que desde a semana passada mudou sua postura nas sessões e que não é de seu perfil ficar colocando defeito nas pessoas e arrumando ‘briguinha’. Sobre o Aeroporto Municipal, na visão dele é irrisório comparar o investimento de um Aeroporto com a creche construída no mandato da ex-prefeita Luciana Mendonça. Levantando um maço de papéis na Tribuna que comprovam, segundo ele, que o fechamento é porque o Executivo teria que assumir o espaço ou passar a concessão para alguém. Se o fechamento for por causa de imóveis em torno, muitos do Brasil não estariam funcionando, como de Congonhas em São Paulo e de outras grandes cidades.

Sobre o Jardim das Esmeraldas, Paulo Vitor da Silva (PP) primeiro alertou que falta o transporte para os estudantes para irem para a escola. Depois, Paulinho disse que sua fala de algumas semanas anteriores foi constatada, na inauguração realizada. De que não precisava esperar o governo federal para fazer a entrega das chaves. Por isto, fez questão de citar um a um que veio, a maioria da Caixa Econômica Federal e que representam a esfera maior de governo.

Sérgio Eugênio Silva (PPS), não concorda com o termo “casinhas”, usado para falar das casas entregues, pois, para os beneficiários, certamente elas são um palacete.

Tranquilo, mas demonstrando mais uma vez sua irritação quanto as acusações e ofensas provocadas no fervor do posicionamento político, Serjão saiu na defesa, reconhecendo que estas histórias estão ficando cansativas.

Quanto ao Aeroporto Municipal, falou novamente que há ofícios da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) de 2012, que foram enviados ao Executivo da época, dizendo que não poderia ser construído nada na cabeceira da pista.  Para o líder da situação na Câmara, é preciso reconhecer o erro, buscar solucionar o problema e analisar que a creche do bairro Santana atendem 100 crianças.

Valéria Evangelista Oliveira (PPS), comentou sobre o sucesso do mutirão de limpeza que foi realizado na região do bairro Santa Edwirges. A ação dos voluntários concretizou com a retirada de muito lixo e sujeira dos quintais dos moradores.

Vereador abandona sessão

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Há uma resolução na Câmara, de que o vereador que se inscrever no Grande Expediente, precisa ficar até o final da sessão. Isto porque, a obrigação é cumprir apenas a pauta de votações e depois eles podem ir embora. Muita gente acha isto uma tremenda falta de respeito, mais é “legal”, desde que ele não se inscreva, como pena de ser descontado o valor no fim do mês. A medida foi tomada depois que alguns representantes do povo, falavam e iam embora. Talvez por esquecimento, o vereador Antônio do Lázaro foi embora logo depois que usou a Tribuna no Grande Expediente. Se fizer valer o Regimento Interno que o presidente Luis Carlos da Silva diz seguir a risca, ele terá que descontar a sessão do colega, contando como falta, mesmo que Antônio deve ter assinado o livro de presença. Como Luisinho teve que se ausentar mais cedo, e quem comandou o restante da reunião foi o vice Geraldo Messias Cabral, ele deverá fazer o comunicado ao Chefe do Legislativo o erro cometido.

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