*Ela colocou R$200 de crédito de celular em números diferentes, imaginando ser para um policial

A crediarista de uma loja de departamentos de Santana da Vargem foi vítima de estelionato nesta terça-feira (07), ao cair no golpe do falso policial.

De acordo com o boletim de ocorrências registrado pela Polícia Militar, um homem ligou para o estabelecimento no telefone fixo, se identificou como André Gomes, policial militar, que queria comprar um rack e que a loja deveria entregar e receber no Quartel da PM. A funcionária disse que não seria possível porque precisaria dos dados pessoais do suposto comprador para a emissão da nota fiscal. Eles combinaram então que o gerente iria ao Quartel receber o valor. O suposto policial pediu então, que a moça colocasse R$100 em crédito em um determinado número de celular, com prefixo 65 e o valor fosse acrescido ao que pagaria no rack. A moça acabou o atendendo fazendo a recarga.

Minutos depois, o estelionatário ligou novamente e disse que o seu gerente havia chegado ao Quartel e que gostaria de mais uma recarga de celular, passando então outro número, desta vez de prefixo 69 e que lá mesmo ele pagaria. Ele permaneceu com ela na linha, enquanto fazia a segunda recarga. Quando os créditos “caíram” ele pediu mais. Desta vez R$200. Mas o gerente retornou e informou que se tratava de um golpe e que não havia policial nenhum com o nome André Gomes.

A crediarista ligou na operadora Vivo a fim de estornar os valores das recargas, mas não conseguiu.

Crime foi registrado há um mês em Três Pontas

Esta não é a primeira vez que bandidos aplicam este tipo de golpe, utilizando inclusive o mesmo nome do falso policial.

Há exatamente um mês, em Três Pontas, um homem ligou em uma farmácia no bairro Catumbi, encomendando um remédio e se identificando por Sargento André. Além do medicamento, o suposto cliente solicitou que a funcionária colocasse créditos em determinados números de celulares, das operadoras Oi ou Vivo, com prefixo 065. Ele combinou que a compra seria paga no Quartel da Polícia Militar.

Sem saber que era um golpe isto foi feito. Quando o entregador chegou até a Companhia, soube que não existe nenhum policial e que ninguém havia solicitado a compra.

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