O assunto ganhou postagens de vídeos, fotos e comentários nas redes sociais. A enchente na Avenida Oswaldo Cruz, já se tornou uma rotina da vida de moradores e comerciantes na principal via de entrada de Três Pontas. Ela não precisa durar muito tempo para alagar as duas pistas. A água vem acompanhada de muito lixo e a pressão aumenta. Apesar de estarem acostumados e de não ser novidade nenhuma, a cada vez ela assusta mais.

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Todas as vezes que a chuva começa, a lagoa do Parque Vale do Sol é monitorada e é aberto as comportas sempre que necessário.

Ao longo dos anos, obras paliativas foram realizadas para amenizar o problema que é de décadas. O volume de chuva da última quinta-feira (11), foi segundo o prefeito Paulo Luis Rabello (PPS), de 38,8 milímetros, o que coloca a Prefeitura em situação de alerta. Tanto é que as equipes de limpeza e manutenção da Secretaria Municipal de Transportes e Obras, geralmente começam imediatamente a fazer a limpeza da sujeira. Toda chuva com este volume preocupa o gestor que revela que projeto para escoar esta água da chuva já existe, mas é preciso dinheiro, e não é pouco.

O projeto já elaborado pela equipe de engenharia da Prefeitura é capaz de resolver de uma vez por todas os transtornos causados. Para executá-lo é necessário ajuda federal e com o Plano de Saneamento pronto, a esperança é de que Três Pontas seja lembrada. E não é de agora que a equipe do município está se mexendo. A proposta já está em Brasília e foi enviado através do deputado federal licenciado Odair Cunha (PT-MG), hoje secretário de Estado de Governo.

Paulo Paulo
Chuva sempre preocupa, diz Paulo Luis

O projeto é abrangente, compreende desde o Aeroporto Municipal, onde os moradores tem reclamado da lama que tem descido pelas vias, até a Praça da Aparecida, desembocando na Peret, às ruas Imperatiz Leopoldina e Dr. Joaquim de Brito. “É uma obra gigantesca, dispendiosa, que o Município não tem condições de fazer”, afirmou Paulo Luis.

Por conta de tamanho o volume financeiro, é impossível estipular uma data para que a obra fique pronta, uma vez que não depende apenas do Município, mas de acordo com Paulo Luis, a vontade é que isto aconteça o mais rápido possível, mas não da noite para o dia.

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