A Expocafé terminou nesta sexta-feira (19) e superou as expectativas. Fechou os três dias gerando um faturamento satisfatório em tempos de crise. Muita gente pesquisou equipamentos e máquinas antes de comprar e, levou para a lavoura produtos com melhor custo benefício. As opções variaram desde R$3 até quase R$1 milhão.

A feira recebeu visitantes de 18 estados, do Distrito Federal e dos países México e Colômbia. Cerca de 15 mil pessoas movimentaram mais de R$ 200 milhões em negócios, mesmo volume de 2016, mas com a meta alcançada.

A 20ª edição teve a participação de mais de 150 empresas que trouxeram novas tecnologias para este setor, que deve produzir nesta safra mais de 47 milhões de sacas de café no Brasil.

De acordo com o coordenador geral da Expocafé, Antônio Nunes, esse ano houve um aumento em 30% nas transações que aconteceram durante a feira e no atendimento após o evento, diretamente com os clientes cadastrados. “Onze novas empresas já nos procuraram com a intenção de participar da próxima edição e cinco querem expandir sua área de stand”, afirma.

Para o coordenador técnico da Expocafé, César Botelho, que é também coordenador do programa de cafeicultura da EPAMIG, a Expocafé cumpre a proposta de um espaço democrático para interação de técnicos com o cafeicultor. “Essa edição contou com vários lançamentos de produtos e muitas novidades. Além da oportunidade de bons negócios, o cafeicultor pode trocar experiências e receber orientações técnicas junto aos técnicos e pesquisadores”, completa. Durante o evento tiveram momentos, como simpósio, minicursos e interação nos stands para discussão de temas ligados à qualidade do café e tendências, tudo de graça.

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