Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Três Pontas desta segunda-feira (07), os vereadores ainda repercutiram as declarações polêmicas do vereador Francisco Cougo (PT), feitas a duas semanas atrás. Na última reunião, Chico do Bairro Santana pediu desculpas, mas, não citou o nome da ex-prefeita Adriene Barbosa de Faria Andrade.

O vereador Itamar Antônio Diniz (PRB) que fala muito pouco nas sessões usou seus cinco minutos do Pequeno Expediente para defender a sua “madrinha” política. Discordando veemente dos ataques do colega, Diniz não economizou em adjetivos pontuais para afirmar que o petista foi infeliz, violento, que sua fala foi infundada e que não é aceito na política e no exercício da vereança.

Depois de outros assuntos, o vereador José Henrique Portugal (PMDB), fez novamente um discurso pregando paz e união na Câmara em prol da população. Discursou que não tem ou defende lado “a ou b”, oposição ou situação, é do lado do povo. Acrescentou que foi eleito para legislar, fiscalizar e assessorar e agradou a oposição em dois pontos de sua fala. Condenando os discursos daqueles que não saem do mesmo ou que ressuscitam temas que estão em pauta desde o início do mandato. E depois ao elogiar a obra das 316 casas que vão ser entregues nesta próxima quarta-feira as 14 horas, no Conjunto Habitacional Jardim das Esmeraldas.

Na opinião de Portugal, a Câmara precisa criar uma Comissão de Ética para fiscalizar os próprios vereadores e ser capaz de “desarmar” e acalmar os ânimos.

Fechamentos voltam a tona

Portugal quer que a Câmara tenha logo a Comissão de Ética
Portugal quer que a Câmara tenha logo a Comissão de Ética

O vereador José Henrique Portugal pediu ao presidente Luis Carlos da Silva que envie ofício ao Departamento de Estradas e Rodagem (DER), solicitando providências quanto ao Trevo Padre Victor, na MG 167, que dá acesso a Cidade pela Avenida Ipiranga. Na semana passada, ele presenciou o acidente com um caminhão carregado com 37 toneladas de milho que tombou na curva sinuosa. Fora de Três Pontas também mencionou a mudança para quem chega ao município de Varginha. A nova sinalização, exige que os opinião motoristas que estão na rodovia pare e aqueles que contornam tem preferência, o que é absurdo.

O vereador Antônio Carlos de Lima (PSD) requentou os velhos assuntos em defesa do Distrito do Quilombo Nossa Senhora do Rosário. Mais uma vez partiu para o campo pessoal e fez menção ao slogan de campanha do atual prefeito Paulo Luis Rabello.

Paulo Vitor da Silva (PP), tocou em dois assuntos. O fechamento do Aeroporto Municipal, que segundo ele, o relatório da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), não cita que o problema seria alguma obra ou prédio que entorno da pista de pousos e decolagens e sim, porque falta algum responsável que até então era o Município. E também do fechamento do Posto de Saúde do bairro Vila Marilena. Paulinho contestou a versão dada pela Prefeitura de que seria por conta da depredação e ocupação de moradores de rua. O problema é que o que constatou a Gerência Regional de Saúde (GRS) de Varginha. Por isto, ele quer o relatório que a Vigilância Sanitária do Estado emitiu. O atendimento foi transferido para o Posto de Saúde do bairro Morada Nova.

A resposta veio em seguida, com o líder do prefeito na

Sérgio respondeu as críticas dizendo que um deputado federal tem um assessor que fica andando a toa em TP e recebendo salário
Sérgio respondeu as críticas dizendo que um deputado federal tem um assessor que fica andando a toa em TP e recebendo salário

Câmara Sérgio Silva. “Os verdadeiros absurdos são, assessor de deputado federal que está na folha de pagamento do Congresso e fica andando a toa em Três Pontas”, denunciou. Serjão não quis citar nomes, mas afirmou que tem a lista, inclusive com o salário deste trespontano. Sobre o posto de saúde, o vereador informou que o local não tinha mais condições para atender os pacientes. Já que todos estavam voltando ao passado, lembrou que no mandato da ex-prefeita Luciana Mendonça, o então vereador Érik dos Reis Roberto teria conseguido uma verba de R$180 mil para reformar a unidade, mas por capricho Luciana não teria aceitado a verba, que foi conquistada através do deputado federal Odair Cunha (PT).

Terminou dizendo que as pessoas precisam ser respeitadas, sem ataques, pregar a verdade e serem mais honestos.

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