A sessão ordinária da Câmara de Três Pontas desta segunda-feira (17), teve poucos assuntos no Pequeno Expediente. Os vereadores e vereadoras usaram o laço azul, que simboliza o mês de campanha de prevenção ao câncer de próstata, o segundo tipo mais comum entre os homens no Brasil e o sexto mais comum no mundo, representando 10% dos casos da doença. É considerado um câncer de terceira idade, pois a maior parte dos casos corresponde a homens com mais de 65 anos.

A vereadora Valéria Evangelista de Oliveira (PPS), que esteve a frente das comemorações do Outubro Rosa, disse que fica feliz em saber que seus colegas procuraram e marcaram suas consultas, com a sua insistência. Ela trouxe dados que preocupam. A estimativa é de que 69 mil novos casos serão diagnosticados, ou seja, um caso a cada 7 minutos. O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher está apoiando o Novembro Azul. A campanha tem sido referência na missão de orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde e procurar o médico com mais frequência. Os homens são mais resistentes à ideia de ir regularmente ao médico e, por isso, acabam descobrindo a doença em estágio já avançado.

Valerinha aproveitou para lembrar e convidar a todos que no dia 04 de dezembro, acontece na Câmara Municipal, a inauguração da Escola do Legislativo. Na solenidade haverá palestras com temas importantes e será um dia inteiro de atividades.

Já Antônio Carlos de Lima (PSD), criticou a contratação de uma profissional de Varginha para ajudar na administração do Hospital São Francisco de Assis. De acordo com Antônio do Lázaro, o salário é de mais de R$5 mil, enquanto a Santa Casa passa por sérias dificuldades financeiras, clama por ajuda e faz campanha pedindo R$3,R$5 na conta de água. Além dela, advogados também foram contratados, o que é uma situação que ele considera vergonhosa, independente de onde vem o dinheiro.

A exemplo do companheiro Paulo Vitor da Silva (PP), Antônio levantou na Tribuna o Plano de Governo do prefeito Paulo Luis Rabello (PPS) e cobrou que nada foi colocado em prática. O ponto de crítica foi principalmente na área. Citando um a um, a leitura era concluída apenas como a pergunta cadê.

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