O presidente do Centro do Comércio de Café do Estado de Minas Gerais (CCCMG) Archimedes Coli Neto, foi um dos palestrantes do Encontro Sul Mineiro de Cafeicultura – Tendências de Mercado, Práticas e Sustentabilidade, realizado na Cocatrel em Três Pontas.

Durante dois dias, o encontro direcionado para acadêmicos, pesquisadores, técnicos agrícolas e produtores de todo o Brasil, o evento foi realizado pelo grupo de Estudos “Luiz de Queiroz”, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo – ESALQ/USP.

Archimedes abordou a importância do café em Minas Gerais, as políticas e espaços no mercado, durante o painel de gestão e mercado, realizado na quinta-feira (27).

Ele começou falando das dificuldades de se saber exatamente o que é produzido de café em Minas Gerais. Há 8 anos a frente do CCCMG, conhece o potencial do Estado e divulgou o que cada região em média está produzindo, com destaque para a região sul e sudoeste que tem a maior área de café plantado e produz a maior quantidade e tipos de cafés.

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Minas Gerais produz 30 milhões de sacas. O Sul e Sudoeste é responsável por quase 20 milhões. Depois, vem o Cerrado com 6 milhões e a Zona da Mata, com produção entre 6 e 7 milhões de sacas. O que dificulta precisar com exatidão são as variedades, as diversificadas situações das lavouras, o espaçamento e a topografia.

“Somente com o georeferenciamento é que é capaz de saber quanto se produz”, afirmou Archimedes.  A falta dele, induz a números que não refletem a realidade.

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