Moradores de rua deixaram mais uma vez a Avenida Oswaldo Cruz

A Secretaria Municipal de Assistência Social conseguiu mais uma vez que os moradores em situação de rua aceitassem ajuda e deixassem a Avenida Oswaldo Cruz. De acordo com a Secretaria, atualmente são dois homens que moram no Centro, sendo que um deles possui família em Três Pontas, mas não tem contato. Todos os outros que estariam morando próximo ao cruzamento das Avenidas Ipiranga e Oswaldo Cruz, são pessoas da cidade, que tem residência, mas optam por ficar passando dia e noite, acomodados em papelão e até colchões que foram colocados sobre a proteção do córrego.

Mais uma vez, o trabalho dos técnicos do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e da Secretaria de Assistência Social, conseguiram convencer estes dois a irem para uma casa disponibilizada pelo Município.  Nesta ação, o Grupo “Fé com Obras” foi um grande parceiro e está ajudando a disponibilizar móveis para mobiliar a residência, onde eles terão mais conforto e tranquilidade e acima de tudo uma vida mais digna. A Secretaria Municipal de Saúde também sempre foi parceira na iniciativa de retirar de uma vez por todas estas pessoas da rua. Eles disponibilizam vagas para atendimento médico nas unidades básicas de saúde e todos eles são atendidos pelos profissionais necessários, garantindo o amparo necessário. Através do CAPS é oferecido internação voluntária para o tratamento adequado. Recentemente na própria avenida foi feita uma ação com tiragem sanguínea para exames como de HIV, Hepatite, anemia, dentre outros.

A expectativa mais uma vez se repete. É que eles permaneçam neste local, deixem de viver em situação de rua e não voltem mais. A presença deles no Centro da cidade já causou diversas manifestações de comerciantes e vereadores, principalmente nas sessões da Câmara Municipal.

A Secretaria de Assistência Social tem sempre mostrado que todos os esforços são feitos para resolver este problema que se arrastam há anos, mas que não há mecanismos ou maneiras legais de obrigar estas pessoas a não ocuparem a avenida, uma das mais movimentadas do Centro.

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