Uma faixa afixada do lado de fora, dava boas vindas aos convidados para a uma festa de confraternização no Centro de Eventos dos Trabalhadores, realizada neste domingo (04).

O evento organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Assalariados e Agricultores Familiares do Município de Três Pontas contou com aproximadamente 200 pessoas. Hora de colocar o papo em dia, de passar momentos com os amigos e aproveitar o belo almoço servido por um buffet, com direito a churrasco no cardápio e até sobremesa.

A diretoria e membros do Conselho Fiscal compuseram uma mesa, ouviram o Hino Nacional, assistiram a vídeos e reflexões feitas pelo próprio presidente Vicente José da Silva. Ele mencionou o respeito que a classe precisa, nos seus modos de falar, de comer e se vestirem, por exemplo. Além disso, os trabalhadores são dignos e movimentam a economia da cidade, que apesar da invasão das máquinas e implementos, ainda tem dependência na agricultura. Na visão de Vicente da Silva, as evoluções e a tecnologia estão cada vez mais presentes no campo e nas lavouras de café, mas nada se compara a força dos homens e mulheres. Em especial, falou sobre as mulheres, que cuidam dos filhos, da casa e ainda trabalham na roça. À elas pediu uma salva de palmas.

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Atual diretoria e Conselho Fiscal do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Três Pontas

Atentos à cerimônia bastante informal, o líder sindical junto com a secretária executiva do Sindicato Maria Teresa Cruz, apresentou a pauta de reivindicações dos trabalhadores rurais que será apresentada aos empregadores. A Convenção Coletiva de Trabalho para 2017, abriu espaço às sugestões, foi votada e aprovada por unanimidade. Entre as missões do sindicato, a mais importante assegurada pela Constituição Federal é a de negociar os salários dos trabalhadores da categoria que representa através de negociações coletivas de trabalho.

Vicente que cumpre seu segundo mandato a frente da entidade, concluiu, antecipando os votos de boas festas e um próspero 2017. Pregou união entre trabalhadores e trabalhadoras, afirmando a necessidade de todos caminharem juntos, trabalhadores, assalariados e agricultores familiares.

 

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