Vereadores da oposição abandonaram o Plenário da Câmara Municipal na sessão desta segunda-feira (07), na tentativa de barrar a votação do projeto, que revoga a Lei do Diploma aprovada em outubro de 2016, mas voltou a valer por causa de uma liminar que o PDT conseguiu na Justiça, a obrigatoriedade do curso superior para ocupar uma das 11 secretarias e a presidência do Poder Legislativo. Saíram do Plenário – Érik dos Reis, Sérgio Silva, Roberto Cardoso e Marlene Lima. O vereador Maycon Machado não participa da reunião.

O projeto foi protocolado nesta segunda-feira (07), no Legislativo as 15:32 e inserido a pedido do líder do prefeito Antônio do Lázaro, após o Pequeno Expediente. Depois de votar projetos que estavam na pauta, a sessão foi suspensa por 10 minutos. Depois de passado o tempo, o presidente Luis Carlos da Silva (PPS), anunciou que a reunião, a primeira do segundo semestre está suspensa por tempo indeterminado.

Secretários municipais que podem perder o cargo se a lei não for derrubada estão assistindo a sessão: Sebastião de Fátima Cardoso (Indústria e Comércio), Chico Botrel (Meio Ambiente), João Aleixo Peret (Agricultura) e Dilma Messina (Cultura e Lazer).

Vereadores da base do governo, condenaram a iniciativa adotada pelos colegas, considerada de covardia e uma retaliação por não aceitar ainda o resultado das urnas.

Uma hora e meia depois de suspensa a sessão, o projeto acabou sendo aprovado, apenas com os votos da situação – Benício Baldansi, Geraldo Prado, Luiz Flávio Floriano, Francisco Fabiano e Antônio do Lázaro. Com isto, o Poder Executivo poderá deixar os secretários em seus respectivos cargos.

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