Foto: redes sociais

 

A aglomeração de pessoas na porta de um bar e restaurante na Avenida Oswaldo Cruz, no Centro de Três Pontas, na noite de quinta-feira (11), provocou a suspensão do alvará de funcionamento pela Prefeitura.

O Ministério Público (MP) recomendou o fechamento do local, porque teria desobedecido as normas do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus ao realizar apresentações artísticas. A aglomeração foi registrada e denunciada através de fotos e vídeos por moradores nas redes sociais.

No dia seguinte, após reunião do Comitê ficou definido que o bar estaria fechado por cinco dias. A suspensão foi publicada na sexta-feira (12). O empresário, dono do bar, Tiago Anísio Corrêa, foi chamado na Prefeitura no dia seguinte, explicou o que havia ocorrido, mas não evitou a punição.

Ele contou que foi avisado por um fiscal da Prefeitura sobre a aglomeração que estava do lado de fora e as 20:30, interrompeu a apresentação do cantor Bruno Cabral, que cantava apenas tocando violão. A música ao vivo segundo ele, teria sido autorizada. Tiago parou o som para dispersar os clientes e orientou os garçons a não atender mais novos clientes. A secretária de saúde Teresa Cristina Rabelo Corrêa, teria o ligado as 23:00 horas pedindo que ele fechasse o bar, mas já estava fechado e ele enviou fotos para comprovar que as atividades já haviam sido encerradas.

“O que me prejudicou foi o povo que ficou na calçada, porque lá dentro estava tranquilo. Eu não consigo controlar quem está lá fora. A medida que eles não conseguiam mesa para se assentarem, ia ficavam em pé em frente ao meu bar”, relata Tiago Côrrea. Na opinião dele, um fiscal da Prefeitura deveria ter ido no local orientar as pessoas.

Tiago foi um dos comerciantes que mais pediu que os bares e restaurantes fossem reabertos e diz que nunca teve problema em respeitar as normas que são impostas, porém, a lei foi feita para todos.

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