Duas pessoas foram presas em Três Pontas por venderem bebidas alcoólicas

As Eleições do segundo turno, ocorreram tranquilamente neste domingo (28), em Três Pontas e Santana da Vargem. Assim como no primeiro turno, os eleitores foram cedo as urnas para escolher o governador e presidente da República.

A espera para votar foi bem menor desta vez. As filas estavam rápidas e o tempo em frente a urna também. Mesmo sendo apenas dois votos, ainda teve eleitor que teve o voto cancelado porque digitou primeiro o número de presidente. No Cartório Eleitoral o movimento durante o dia não foi grande. Poucas pessoas justificaram na sede da Justiça Eleitoral local a ausência nas urnas. A maioria delas foram feitas nos próprios colégios eleitorais.

Um fato que chamou a atenção em frente às escolas foi a limpeza. Não se viram santinhos de candidatos no chão, como assistiram alguns candidatos no primeiro turno.

Apenas uma urna precisou ser substituida, na seção de número 10, na Escola Estadual Dona Augusta em Santana da Vargem. A urna da seção 93 da Escola Jacy Junqueira Gazola travou, mas funcionou normalmente para a impressão dos boletins de urnas, os chamados BU’s.

Em Três Pontas dois comerciantes foram presos porque estavam vendendo bebidas alcoólicas em um bar e um supermercado da cidade, contrariando o que determina a Lei Seca em Minas Gerais. Assim como no primeiro turno de votação, a promotora de Justiça Eleitoral Dra. Ana Gabriela Brito Melo Rocha e a juiza eleitoral Dra. Aline Cristina Modesto da Silva, percorreram as seções eleitorais nas duas cidades.

Somente as 17h40 é que chegaram as primeiras urnas e as mídias de resultados no Cartório Eleitoral para serem transmitidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que vieram das Escola Jacy Gazloa, Coração de Jesus e João de Abreu. As últimas urnas foram dos Distritos do Quilombo Nossa Senhora do Rosário e Pontalete. A transmissão foi rápida e pouco tempo depois, as 18h05, todos os dados estavam concluídos.

Após a conclusão do pleito que definiu Romeu Zema (NOVO) como governador de Minas Gerais e Jair Bolsonaro (PSL) como o novo Presidente do Brasil, a juiza Dra. Aline Cristina, ela analisou em linhas gerais, que o segundo turno foi marcado por uma maior conscientização dos eleitores, especialmente no que diz respeito ao funcionamento das urnas eletrônicas. Na avaliação da magistrada, tanto é assim que o clima de votação esteve bem mais tranquilo que no primeiro turno, até porque, o número de candidatos era muito reduzido. “Tivemos apenas duas urnas com problemas técnicos e algumas situações pontuais em que os eleitores inverteram a ordem de votação. Além disso, o que percebemos foi que os eleitores, conhecendo dos acontecimentos do primeiro turno, bem como esclarecidos sobre o funcionamento das urnas, tiveram mais calma para votar e, desse modo, puderam melhor administrar o momento da votação, aguardando o encerramento. Não tivemos problemas com boca de urna e, graças à colaboração do Município, aliada ao compromisso da população, a cidade estava exemplarmente limpa, sendo que não houve derramamento de santinhos. Cumprimento a Polícia Militar, na pessoa do Capitão Bruno Neves Tavares, teve um papel determinante na regularidade dos trabalhos, merecendo destacar o empenho com o exercício livre do voto e manutenção da ordem pública durante todo o processo eleitoral. Do mesmo modo a Polícia Civil, muito bem representadsa pelo Dr. Andrey, manteve um canal aberto de comunicaão com a Justiça Eleitoral, Ministério Público e a Polícia Militar”, destacou a juiza Dra. Aline Cristina.

Ela também fez questão de enfatizar publicamente o excepcional trabalho desenvolvido pela promotora eleitoral Dra. Ana Gabriela que cuidou de se reunir com a socieadde, levando a consciência do exercício regular do direito de voto, esclarecendo sobre as vedações e colaborando sobremaneira com o fortalecimento da democracia. Dra. Aline concluiu agradecendo o empenho dos servidores da Justiça Eleitoral, incluindo mesários, presidentes e equipe de apoio, que foi determinante para o êxito das Eleições e também a imprensa de Três Pontas, que, de forma imparcial, contribuiu por levar informações corretas à população.

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