Em meio a atual pandemia do novo Coronavírus, o uso de máscaras passou a ser recomendado pelo Ministério da Saúde, incluindo as de tecido, como forma de ser diminuir a forma de contágio. Anteriormente, o acessório para pessoas saudáveis era desaconselhado. A recomendação de usar máscaras, alcançava somente profissionais de saúde e pessoas que apresentavam sintomas de gripe. Mas estas indicações mudaram muito e muitos estados e prefeituras passaram a exigir a sua utilização.

A Secretaria Municipal de Saúde de Três Pontas expediu uma Instrução Normativa determinando que todos os estabelecimentos que estão abertos, disponibilize máscaras para todos os colaboradores e atendam somente quem estiver usando. Este é principalmente critério para que o comércio voltasse a funcionar de forma restrita, além da disponibilização do álcool em gel. A máscara é de uso individual, cada um deve ter a sua e o comerciante não é obrigado a fornecê-la.

A maioria das pessoas já está saindo de casa com o acessório no rosto. Nos últimos dias, cresceu o número de gente usando pelas ruas, principalmente no Centro. Seja industrial ou de fabricação caseira, coloridas e personalizadas elas são essenciais para evitar que quem tenha o vírus o transmita e serve como barreira.

Mesmo usando, o médico pneumologista Dr. Marcus Vinícius Moreira ressalta que as máscaras de pano que são normalmente utilizadas pelas pessoas, são muito boas, mas nem aquelas utilizadas pelos profissionais garantem são 100% de evitar o risco, mas o acessório diminui muito a chance de transmitir a doença. A transmissão do Covid-19, ocorre tanto por vias inalatória ou mesmo tossindo e espirrando. “A gente costuma tossir e amparar com as mãos, pegamos nos objetos e tem a transmissão indireta, ou contamina roupas, calçados, entre outras peças”, exemplifica o pneumologista.

A máscara é individual e não pode ser compartilhada com ninguém. Não pode ser usada até ficar úmida – depois desse tempo é preciso trocá-la. O ideal é que cada pessoa tenha pelo menos duas máscaras de pano. Ela precisa ser colocada de modo a proteger sempre a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto para a contaminação. Andar com a máscara no pescoço não resolve nada. Quando chegar em casa, é preciso lavar as máscaras usadas com água sanitária, deixando de molho para higienizá-la.

Dr. Marcus Vinícius reforça que as pessoas precisam se manter dentro de casa, principalmente o grupo de risco – as grávidas, puérperas, os idosos, diabéticos e hipertensos, pacientes portadores de problemas pulmonares, fígado, rins e aqueles que tomam medicamento para baixar a imunidade.

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