Fotos: Equipe Positiva

 

Os investigadores da Polícia Civil de Três Pontas foram até a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), nesta quarta-feira (07), ministrar mais uma palestra da Operação Fim da Linha. Eles foram muito bem recebidos e ganharam o carinho em forma de abraços, das crianças e dos adultos, que são atendidos pela instituição.

A equipe preferiu bater um papo, bastante informal com as crianças. Os investigadores falaram das tradicionais dicas para evitar os furtos e roubos de aparelhos celulares. O investigador Thiago Portugal falou dos cuidados a serem tomados com os aparelhos, desde a compra que precisa ser feita apenas daqueles que tem nota fiscal, mesmo sendo de pessoas conhecidas. Mas, em caso de serem levados por criminosos, nunca devem reagir ou ir atrás, pois as consequências podem ser graves. Os apaeanos disseram que iriam levar a mensagem para as famílias.

Já Lívia Oliveira da Mata Costa orientou as meninas sobre as fotos sem roupas. Ela disse que ninguém pode mandar fotos nuas para ninguém, nem conhecidos, amigos ou mesmo familiar. Se alguém fazer esta solicitação pelas redes sociais ou aplicativos, as crianças devem contar aos pais e até aos professores.

Concluido o assunto principal, eles bateram papo. Ouviram que ninguém pode pegar nada daquilo que não é seu, que precisam estudar e respeitar a família e as outras pessoas. Foram tantas perguntas, que todos os investigadores tiveram que responder. Qual a diferença entre Polícia Civil e Polícia Militar, o armamento usado por eles e até as ligações realizadas de números estranhos, utilizados no Golpe do Falso Sequestro foram questões feitas pelas crianças que se interessaram pelo assuntos. O inspetador Gustavo Domingos teve que responder porque ele é inspetor e outros investigadores. Eles souberam é que ele é o mais antigo da turma, tem mais de 10 anos na Polícia Civil e por isto é o líder da instituição em Três Pontas, mas também é investigador.

Antes de irem embora, eles conheceram a viatura da Polícia Civil por dentro. Se assentaram no banco do motorista e dos passageiros. Se encantaram ao entrar no compartimento que transporta os presos e se alegraram ao ouvir o barulho da sirene.

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