Fotos: Denis Pereira/Equipe Positiva

A chuva de uma trégua e o sol apareceu durante a tarde desta segunda-feira (04), e o Carnaval de Três Pontas recebeu o melhor público desde sábado, quando a festa começou em todo o Brasil.

A presença de muita gente na Praça do Centenário, mostrou que era a chuva que estava segurando muitos foliões em casa, principalmente as crianças. Elas aproveitaram o parquinho da praça e dançaram muito na matinê do Grupo de Dança Ritmos. Os dançarinos e dançarinas Myl, Roberto, Janaina e Gisele que são marcas registradas do Carnaval da cidade, colocaram todo mundo para dançar. Apesar da rotina de apresentações no Carnaval de Três Pontas, Boa Esperança e Santana da Vargem, eles encantam crianças e adultos, sem faltar disposição.

A comemoração do CarnavalizaTP continuou com a Banda de Marchinhas que se movimentou por toda a praça, arrastou os foliões. Eles estavam bem mais a vontade com um sol que mostrava a sua cara, agradou todo mundo e matava a saudade de muitos que gostariam de ter ido para a Praça nos dias anteriores da Festa de Momo.

Quando Tom e sua banda subiram no palco, ele comemorou a chegada do sol “graças a Deus o sol apareceu”, anunciou o pagodeiro. Eram tantas crianças que dançavam a frente do palco que eles tocaram músicas infantis que marcaram as décadas de 80 e 90, divertindo famílias inteiras. Ao recordar sua trajetória, Tom Cesário disse que o cavaquinho foi seu primeiro instrumento e quem o orientou a aprender a tocar direito, foi o maestro Jaime Abreu, monstro sagrado que o Carnaval trespontano teve.

A chuva só chegou a noite, quando os foliões já estavam na Avenida Oswaldo Cruz. Assim, o terceiro dia de Carnaval foi concluído com sucesso e sem o registro de ocorrências.



Campanha ‘Não é Não’ do Interact Club

Aproveitando o movimento, o Interact Club de Três Pontas distribuiu apitos às mulheres com o objetivo de combater o assédio contra as mulheres preservando pelo bem estar e a segurança das mesmas. Os adolescentes entregaram panfletos e adesivos da campanha do ‘Não é Não’, contra o assédio no Carnaval 2019.

Milhares de mulheres sofrem diariamente com o assédio sexual nas ruas, mas quando se trata de Carnaval, momento de descontração e muita folia, o público feminino é submetido a violência ainda mais agressiva dos homens, que geralmente justificam suas vestimentas como motivo para agressão.

Em caso de qualquer tipo de assédio ou exposição a alguma situação desconfortável, a orientação foi usar o apito. A Polícia Militar ciente da realização do projeto prestaria ajuda ao escutar o som do apito.

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