A Administração 2017/2020 parece ter acertado no seu primeiro grande evento realizado no último sábado (14). O 47º Encontro das Companhias de Reis promovido na Praça Cônego Victor, gerou elogios dos vereadores da situação e oposição, na sessão ordinária da Câmara Municipal nesta segunda-feira (16), durante o Pequeno Expediente.

O vice presidente Benício Baldansi anunciou que o Conselho Estadual de Patrimônio de Minas aprovou na sexta-feira (06), o reconhecimento da Folia de Reis como patrimônio cultural imaterial do Estado. O título poderá facilitar ainda o apoio do Estado para que os grupos comprem instrumentos musicais e confeccionarem as roupas.

Já a vereadora Marlene Lima (PDT), comemorou o grande movimento provocado pelo evento na Praça e a missa que foi celebrada com a participação das folias. Criada neste meio, Marlene afirma que esta cultura está muito presente na sua vida.

Já Geraldo Prado “Coelho” (PSD), comentou que a festa estava esquecida no município e que não se pode deixar acabar. Segundo Coelho, foram mais de 3 mil pessoas assistindo as apresentações e vários vendedores ambulantes aproveitando para ganhar um dinheiro extra. Ele reforçou a importância dos ônibus que foram buscar moradores, inclusive na zona rural para prestigiar as companhias.

A afirmação dele foi corrigida pelo vereador Érik dos Reis Roberto (PSDB) que negou que a cultura tenha sido esquecida, já que o evento nunca deixou de ser promovido, apenas a maneira que foi realizada é que foi diferente e agradou. “As pessoas que talvez não estivesse no “meio”, precisam saber o que falam, porque acaba sendo uma falta de respeito dizer que acabou”, alertou.

O vereador Maycon Machado (PDT), secretário da Mesa Diretora parabenizou a equipe da Secretaria de Cultura, o padre Emerson e todos os envolvidos com o Encontro que mantem a promoção da cultura, do lazer e do entretenimento. Mas também reconheceu o trabalho feito pela ex secretária da pasta Débora Andrade durante os últimos quatro anos.

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