Policiais militares viram quando a mulher estava rendida. Trio usou um simulacro de arma de fogo, muito parecida com uma submetralhadora 

Uma ação da Polícia Militar na noite desta sexta-feira (08), merece elogios e o reconhecimento da população trespontana. Militares que faziam patrulhamento impediram um assalto, crime que preocupa e gera uma enorme insatisfação.

Duas viaturas que passavam pela Avenida Zé Lagoa, estranharam três rapazes que haviam abordado uma comerciante de 53 anos, em frente a quadra do bairro Ouro Verde.

A mulher que tem uma lanchonete ao lado do Hospital São Francisco de Assis, voltava para casa, no bairro Peret. Acostumada a fazer todos os dias o mesmo trajeto, ela encontrou no caminho, um trio que a abordou para cometer um crime.

Um deles passou um dos braços no pescoço dela e com a outra mão, encostou uma arma de brinquedo, uma imitação muito parecida com uma submetralhadora 9 milímetros. Com a comerciante rendida, os outros dois davam cobertura na ação. O que segurava a mulher, mandou que o outro pegasse o dinheiro. Foi quando os militares que passavam pela avenida desconfiaram, pararam as duas viaturas que estavam juntas, seguindo sentido Centro. Para tentar despistar, eles ainda chamaram a mulher de mãe e deram beijos na testa dela.

Quando viram que os policiais se aproximaram mais, eles soltaram ela que correu. Apavorada nem tinha visto a presença da PM. Glício Lopes Brízida de 26 anos que estava armado jogou a suposta arma de fogo no quintal de uma residência e todos correram. Mas não foram longe. Foi o tempo de apenas alguns passos e foram presos. Um deles é menor de idade, tem 16 anos. O outro é Ronaldo Vitor Santiago de 19. Todos eles conhecidos da polícia na prática de roubos. Glício por exemplo, que é usuário de drogas, saiu do presídio a pouco tempo.

Eles não disseram quem teria fabricado a arma e nem qual deles seria o dono. A semelhança com uma submetralhadora é impressionante. Certamente eles fariam outros assaltos.

06A comerciante que não quis mostrar o rosto, disse que estava com R$800 na bolsa para pagar o aluguel do seu estabelecimento.

A arma foi apreendida. O menor foi apreendido e os outros dois presos em flagrante e levados para a Delegacia de Polícia Civil de Varginha.

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