A pauta da quinta sessão do ano na Câmara Municipal de Três Pontas, nesta segunda-feira (30), estava minúscula, com apenas uma indicação, do cargo de Assessor Jurídico. O indicado é o advogado Paulo Ricardo de Fátima Barbosa, que estava no cargo. O nome dele divide opiniões entre situação e oposição e já é a segunda semana de espera com a indicação em pauta, já que o presidente Luis Carlos da Silva (PPS) está afastado por problemas de saúde. Vereadores como Érik dos Reis Roberto (PSDB) e Sérgio Eugênio Silva (PPS), acharam que a votação seria prejudicada com a ausência do Chefe do Legislativo. Nesta semana, os vereadores Benício Baldansi (PSL), Maycon Machado (PDT), Antônio do Lázaro (PSD), Geraldo Prado “Coelho” (PSD), Professor Popó (PSL) e Flávio Floriano (PSL) fizeram um projeto que amplia em mais um o cargo de Procurador e extingue o de Assessor Jurídico. Serjão falou que não foi apresentado o impacto financeiro que a troca vai provocar. Antônio disse que não há mais despesas já que está se trocando um cargo comissionado por um de concurso. Érik voltou a falar da importância das pessoas estudarem e respondeu que há diferença, já que o concursado recebe ao longo da carreira, benefícios como quinquênio.

Se Luisinho retornar na próxima semana, o Plenário deve por fim a este dilema.

A retirada da indicação foi apenas o início da sessão marcada por bate boca e troca de acusações. Os assuntos são os mesmos de quatro anos atrás, cada ala defendendo seu grupo político.

Apesar da falta de experiência de início de mandato, do vice presidente Benício Baldansi que presidiu a sessão pela segunda vez, ele anunciou os trabalhos da Ordem do Dia por duas vezes, até o líder da oposição Antônio do Lázaro pedir a entrada de vários projetos na pauta de votações. Dois deles não entraram porque faltam ainda passarem pelas Comissões. A sessão foi suspensa por quase 20 minutos, para que os legisladores discutissem os projetos na Sala de Reuniões.

Entre os aprovados por unanimidade está a concessão de 6.433,90 metros quadrados de uma área total de 16.832,30 mil, no bairro Santana através de processo licitatório para destinar empresas que cumprir determinadas exigências. Quem conseguir vencer a disputa, terá que construir sua sede nos próximos seis meses, manter as atividades durante 10 anos ininterruptos, manter no mínimo 100 empregos diretos e gerar 20 novos empregos em até 90 dias. O faturamento não pode ser menor do que R$2 milhões. A diferença deste projeto é que além disso, a empresa terá construir um Núcleo de Apoio à Castração e Adoção (NACA), conforme projeto elaborado pela Prefeitura Municipal e em área indicada pelo Município, cujo valor estimado de execução é de R$ 100 mil no prazo máximo de 90 dias. Isto porque, a área a ser licitada é onde está funcionando o Canil Municipal, na Yoshioka.

Uma empresa interessada na área para expandir seus negócios é a Arteflexiveis, que fabrica e comercializa embalagens. Ela recebeu duas áreas ao lado desta mesma forma no mandato anterior.

COMPARTILHAR

Comentários